Muito se diz sobre a origem do salto alto, mas a verdade é que não é possível dizer ao certo quando ou por quem foi criado. A única coisa de que se tem certeza, é que sua altura sempre teve relação com poder.
Uma das teorias dá conta de que os saltos eram usados já na Grécia Antiga para separar mulheres de família, das cortesãs. Existem registros de sapatos com solas altas também no Egito, e existem relatos de que as plataformas de 30 ou mais centímetros eram usadas no Japão. Alguns historiadores dizem que Catarina de Médici, por ter vergonha de sua altura, encomendou a um artesão alguns pares com saltos ao se comprometer com o Henrique II da França. Existem registros de imagem (quadros) da corte de Luís XIV, o Rei Sol, que por ter baixa estatura apelou para os saltos mais altos do que os já comuns, com o solado na cor vermelha, até então tida como a “cor real”.
Quem criou não se sabe, mas é certo que até a corte de Luís XV, o salto era uma peça exclusivamente do guarda-roupa masculino. Só então as mulheres passaram a usar o sapato com a sola arqueada.
Desde então é impossível a imagem de mulheres com saltos. De diferentes alturas, as vezes extremas, a peça é quase unânime entre a mulherada. O fetiche foi criado e essa relação de amor se intensifica a cada dia. Somos capazes de suportar calos, bolhas, dores, dormência, tudo em prol de uma silhueta mais esguia, longilínea, e pernas mais torneadas. Porque sim, pode-se dizer que não faz bem a saúde, que as dores não te apetecem, mas é inegável que o corpo feminino ganha curvas mais bonitas em cima de saltos mais altos.
E aqui na Chico Rei a gente sabe disso, chicotes! Por isso, homenageamos aquelas que precisam única e exclusivamente de um belo par de saltos para conquistar o mundo!
Se existe uma queridinha da moda, inserida no contexto histórico, ela atende pelo nome de Marie Antoinette Josèphe Jeanne de Habsbourg-Lorraine, arquiduquesa da Áustria e posteriormente rainha da França. Sempre foi assim, mas não em tamanha grandeza. Antonieta, rainha da França entre 1774 e 1789, período em que ainda era denominado o rococó, gosto pelo enfeitar em extremo, casou-se com Luís XVI quando tinha apenas 14 anos.
Para continuar contando um pouco mais sobre a Pré-História, nada como ilustrar com um das obras cinematográficas mais fiéis (sem sombra de dúvida!) que abordaram o tema: “La Guerre du Feu” (A Guerra do Fogo). Lançado em 1981, numa produção Franco-Canadiana, “A Guerra do Fogo” é um longa metragem baseado no livro de J. H. Rosny, que trata de levantar hipóteses sobre a origem humanidade através da busca de três homo sapiens para conseguirem uma nova fonte de fogo perdida pela sua tribo, que além se vital, é um elemento divino e tenebroso para eles. Essa tribo detém o conhecimento de como manter o fogo aceso, mas não de como produzi-lo. A questão do fogo também pode ser lida como a alusão ao poder, presente ainda hoje no modelo contemporâneo de sociedade.
Ao serem atacados por um grupo rival, homo neanderthalensis que roubam a chama, os três partem para uma jornada que mudaria por completo os modos de vida de sua tribo.
Durante o percurso, se deparam com uma tribo mais evoluída, homo sapiens sapiens, na qual aprendem várias coisas, dentre elas a produção do fogo.
Sob a direção de Jean-Jacques Annaud, o filme conta a história sem praticamente uma fala sequer, tendo apenas a linguagem corporal como forma de comunicação, já que o período antecede o uso da língua de maneira universal. O responsável pela linguagem especial criada para o filme foi do escritor Anthony Burgess (de “Laranja Mecânica”) e Desmond Morris (de “O Macaco Nu”) pela expressão corporal e os gestos.
“A história narrada no filme ‘A Guerra do Fogo’ “é uma jornada de nove meses que resume 40.000 anos de história da humanidade em apenas 125 minutos”. (J. J. ANNAUD)
CURIOSIDADE: O projeto do filme levou quatro anos para ser concluído, três somente para pesquisas e um para as filmagens, realizadas na Escócia, Quênia e Canadá. A história ambientada há 80 mil anos, é uma mistura de ficção científica e aventura, mas sem utilizar palavras, apenas grunhidos, música e imagens. Fonte: Filmow
A caracterização das personagens também foi tratada com bastante cuidado e dedicação. O figurino criado por John Hay e Penny Rose, foi fiel a proposta pré-histórica, trazendo peles de animais enroladas ao corpo de forma desordenada, e pinturas corporais diferenciando as tribos. A estética “empoeirada”, criada a partir de efeitos e películas especiais, nos transporta ainda mais para o universo do filme. O resultado disso foram os diversos prêmios, dentre eles o Oscar de “Melhor Maquiagem”, o prêmio britânico BAFTAtambém na mesma categoria, e o francês César de “Melhor Filme” e “Melhor Diretor”.
A maquiagem premiada criada por Christopher Tucker com efeitos especiais de Stéphan Dupuis, conseguiu descaracterizar a imagem dos atores tornando-os quase irreconhecíveis pelo público. O acabamento e a textura da pele e dos pêlos são impressionantes, num grau de altíssima aproximação do que seria a realidade. As próteses de queixo, bochechas e dentes foram fundamentais para a construção da nova face junto à proposta: é justamente nesses pontos que se diferencia a configuração facial dos hominídeos dos homens “modernos”.
Dentre todas, a caracterização mais marcante foi a do ator americano Ron Perlman. O rosto largo e arredondado facilitou na composição do personagem, que exigia esse tipo de feição: um típico “homem das cavernas”. O ator estreou no cinema com esse filme, e veio a ganhar fama bem mais tarde, ao interpretar o protagonista do filme Hellboy, personagem homônimo.
Informações técnicas:
Título original: La Guerre du Feu / Quest for Fire / The war of Fire
Título no Brasil: A Guerra do Fogo
País de Origem: França / Canadá
Gênero: Aventura Drama
Tempo de Duração: 100 minutos
Ano de Lançamento: 1981
Diretor: Jean – Jacques Annaud
Roteiro: Gerard Brach
Elenco Principal: Everett McGill (Noah) / Ron Perlman (Amoukar) Nameer El-Kadi (Gaw) / Era Dawn Chong (ika)
Produção: Michael Gruskoff / Denis Heroux / John Kemeny
Figurino: John Hay / Penny Rose
Maquiagem: Christopher Tucker / Stéphan Dupuis
Fotografia: Claude Agostini
Trilha Sonora: Philippe Sarde
Para aqueles que ainda não assistiram, fica a sugestão. Abaixo o trailer o filme.
Você sabe a diferença de fato entre o Prêt-à-Porter e a Haute Couture? Não sabe nem o que é prêt-à-porter muito menoshaute couture? Calma, calma. Em dois posts vamos esclarecer aos nossos chicotes essas duas expressões “phynas”, que aparecem muito comumente nas conversas sobre moda, e muita gente faz cara de paisagem e só balança a cabeça quando escuta. Seus problemas acabaram e aposto que vocês não contavam com a nossa astúcia!
Pra começar bem nosso papo, comecemos pelo prêt-à-porter que você talvez não saiba, mas ama tanto!
Prêt-à-porter, ready to wear, ou o “pronto para vestir” são termos usados para a produção factorial de roupas, na verdade, são a moda pronta, comercializada em larga escala e em tamanhos diferentes que hoje nós compramos em lojas, magazines e claro, no site da Chico Rei. Mas se engana quem pensa que foi sempre assim.
Até meados da década de 1940 a moda não era comercializada do jeitinho que vemos hoje. As roupas eram muitas vezes feitas sobre medida, bem pessoais, e copiadas de revistas que vinham com os moldes e passo a passo para facilitar a vida das costureiras. Muitas das mulheres costuravam sua própria roupa, e mesmo quando o faziam, esse processo não era muito barato.
Com o fim da Segunda Grande Guerra e com a recessão financeira por qual passou todo o mundo, a necessidade de esquentar o mercado têxtil que também pela Guerra havia evoluído bastante, apareceu, e o francês J.C Weil criou um novo método de produção que viria a ser feito em grande quantidade e tamanhos diferentes. Com isso, evoluíram também os sistemas de produção industrial, o que diminuiu consideravelmente o valor de produção das peças, facilitando também o consumo para o público final.
Hoje, o prêt-à-porter tem um significado um pouco diferente, geralmente associado às grandes marcas e com preço ainda inacessível pra boa parte da população. É uma forma que as casas de alta-costura parisienses descobriram ainda nos anos 40, de vender suas etiquetas e assinaturas com valor mais baixo – e assim pagar suas contas – que foi seguido por todas as grandes e pequenas marcas pelo mundo a fora.
Com a criação do novo sistema, a produção de alta costura da Maison deixou de ser foco, e por incrível que pareça, passou a ser coadjuvante, assim, o cargo de “lançar moda” fica totalmente por conta do ready-to-wear. Contudo, é bem verdade que ultimamente – como nós da blogsfera sabemos – essa importância do ready to wear vem perdendo espaço para a moda de rua, o street style. Assim, a moda não mais sai unicamente da catwalk para as calçadas, mas surge no mainstream das grandes cidades, fazendo o caminho oposto.
Viu, eu disse que era fácil!
*No próximo post trago as diferenças e definições da Haute Couture!
Há mais ou menos 27.000 anos, no período histórico conhecido como Paleolítico Inferior – também chamado de Idade da Pedra Lascada – os grupos humanóides, também nomeados como “trogloditas” ou “homens de neanderthal” habitavam em cavernas e organizavam-se em pequenos bandos nômades, caçadores e coletores. Esses humanóides andavam nus, e ao longo do processo evolutivo passaram a andar seminus, cobertos com peles de animais enroladas ao corpo e amarradas por tiras de couro.
Entre 25.000 e 15.000 a.C. situa-se o período Paleolítico Superior – também chamado de Idade da Rena (devido a importância desse animal para a sobrevivência dos grupos que habitavam o continente Europeu). Da rena aproveitavam a carne, os ossos, os chifres e a gordura. Os grupos ainda continuavam nômades, habitando as cavernas, nas quais registraram em suas paredes as primeiras imagens de seu estágio sociocultural. Nesse período, já dominavam a produção do fogo. (mais…)
Boa notícia pra vocês, chicotes! Temos colaboradora nova no pedaço, e nosso time no blog de moda da Chico Rei vai ganhando peso. Por isso (re)apresento-lhes Carol Bianque. Moça mineira, trabalha com costumes desde que se entende por gente. É artista plástica de formação, pela Universidade Federal de Juiz de Fora – UFJF, se enveredou pelo mundo da moda e se encantou. Participou de desfiles, foi co-fundadora da marca Chico Rei (\o/), desenhou para diversas marcas, e atualmente se dedica a vestir não mais pessoas, mas sim personagens. Mudou-se para o Rio de Janeiro para se especializar em Figurino e Carnaval, pela Universidade Veiga de Almeida – UVA/RJ, e agora vai nos contar um pouco mais sobre a História da Indumentária e os bastidores do mundo dos espetáculos.
Como diz o ditado que um bom filho a casa torna, Carol volta ao blog que criou, sim minha gente, se temos esse blog hoje pra dividir os devaneios sobre moda com vocês, tudo isso é culpa da Carol, que agora nos trará tudo e um pouco mais sobre a história da moda e seus respectivos.
Nesse sábado, aconteceu o lançamento do livro “História da Moda no Brasil: das influências às autorreferências”, na cidade sede da Chico Rei, Juiz de Fora. Depois de um processo longo, que durou quatro anos, o historiador João Braga, em parceria com o jornalista e escritor Luis André do Prado, tiveram como produto final um livro riquíssimo, não apenas em conteúdo escrito, mas em imagens e qualidade.
Durante o processo de pesquisa e entrevistas, João e André produziram com apoio da TV Cultura um documentário, dividido em quatro programas, sobre a moda e identidade de moda no Brasil. O primeiro programa, exibido durante o lançamento, traz nomes como Contanza Pascolato, Regina Guerreiro, o próprio João Braga, Glória Kalil, Jun Nakao, Ronaldo Fraga, entre outros, falando sobre a identidade controversa da moda brasileira. Os quatro programas, reunidos em um único DVD, foram a melhor surpresa do lançamento, onde os presentes receberam a cópia que não será distribuída de nenhuma outra forma. Coisa linda!
O coordenador da Pós-graduação em Moda, Cultura de Moda e Arte da Universidade Federal de Juiz de Fora, Afonso Rodrigues, ajudou com a pesquisa e acervo de imagens.Afonso disse que “o livro é um divisor de águas no estudo de moda no Brasil. Levamos quatro anos entre pesquisa e produção do livro e o resultado é irretocável”.
Luís André nos explicou um pouco mais sobre o desenvolvimento do livro enciclopédia: “A primeira parte da preparação do livro foi uma pesquisa bibliográfica, e só então partimos para a fonte primaria como as entrevistas, em busca da história oral. Tínhamos também a preocupação com a história das famílias, o que usavam e o que foi retratado nas fotos, casos… O livro pretende ser um grande painel da moda brasileira.” João completa: “A moda não é autorreferente. Moda reflete política, religião, economia, sociedade… A história da roupa é capaz de contar a história da história.”
Sobre seus entrevistados, João destaca a entrevista que fizeram com Clodovil, ícone da moda brasileira, que mais tarde se enveredou pela a política. “Clodovil estava sensibilizado com sua luta contra o câncer, e nossa entrevista aconteceu pouco tempo antes de seu falecimento. Além de seu depoimento rico em informações, Clodovil fez uma espécie de protesto, dizendo que era bom ter o material impresso porque a memória do Brasil seria curta. ‘No Brasil as pessoas esquecem muito rápido, se é dado como morto é esquecido quase que de imediato’ e terminou de maneira poética sua participação no livro”, disse o historiador.
Para os estudiosos, ou curiosos, o livro é, imediatamente, o must have do conhecimento literário, que dividido em partes, traz o depoimento escrito de grandes nomes da história geral do país. (mais…)
O Baile do Met, organizado pelo Metropolitan Museum of Art e pela revista Vogue em prol do Costume Institute Gala, aconteceu na última segunda-feira, dia 03 de maio em NY.
Este ano, a anfitriã Anna Wintour foi acompanhada pela apresentadora de TV Oprah Winfrey e Patrick Robinson – vice-presidente da marca GAP que patrocinou o evento.
O baile ficou conhecido pelo seu Red Carpet, porém o evento não é apenas uma reunião de celebridades vestidas com roupas de grife. Além de beneficente, o baile inaugurou a exposição anual do Costume Institute chamada American Woman: Fashioning a National Identity, que acontece entre 5 de maio à 15 de agosto e retrata o estilo da mulher americana pelo decorrer da história
São 75 looks de 1890 até 1940, agrupados em galerias por períodos históricos e temas.
A primeira galeria é chamada “The Heiress” (a herdeira) com peças de Charles Worth. Seguida “The Gibson Girl” – homenagem ao personagem de Charles Dana Gibson que retratava a mulher da Belle Époque – com peças esportivas e trajes de banho. “The Bohemian” (a boêmia) com pantalonas de seda pura, as calças eram usadas pelas mulheres participantes do movimento boêmio.
“Suffragists & Patriots” (sufragista – mulheres que lutam pelo direito ao voto – e patriotas), e retrata a luta feminista pelo direito ao voto. “The Flapper” (a melindrosa), com o estilo das mulheres ousadas e modernas que marcaram a década de 1920.
“The Screen Siren” (as divas do cinema), apresenta o figurino das grandes divas do cinema.
Acervo conta com peças de Charles Frederick Worth, curadoria de Andrew Bolton e Harold Koda.
O vídeo abaixo é uma visita virtual à exposição. Vale a pena conferir.
O estilo artístico Rococó surge na França quando os artistas do Barroco se libertam da temática religiosa, era considerado por muitos como uma variação ”profana” do Barroco.
O nome Rococó deriva do francês rocaille, que significa “concha”, uma referência às formas decorativas e ornamentais popularizadas no período.
Na arte, suas características são:
Cores claras;
Tons pastéis e douramento;
Representação da vida profana da aristocracia;
Representação de Alegorias;
Estilo decorativo;
Possui leveza na estrutura das construções;
Unificação do espaço interno, com maior graça e intimidade;
Texturas suaves.
A arte refletia na moda todas as características acima, as roupas continuaram exageradas como no Barroco e a inspiração na natureza prevaleceu.
Saias extremamente volumosas, formando um linha horizontal, de algumas mulheres da Corte chegava a medir 3 metros, enquanto a parte de cima da roupa era afunilada pelo uso do espartilho. Os babados e laços eram utilizados nos punhos, golas, nas bainhas e até nos sapatos.
Os penteados femininos eram elaborados, chegavam a medir 50 cm de altura e, às vezes, continham algum adorno ligado ao cotidiano. Era de bom tom, empoar os cabelos com um pó branco. A maquiagem era um elemento fundamental, mas somente as mulheres da Corte podiam usar rouge forte no rosto.
A roupa masculina era composta por chapéu, camisa, colete, casaca, calça justa até o joelho, meias brancas e sapato de salto, todos os elementos ricamente ornamentados. Os cabelos masculinos eram longos, normalmente perucas empoadas, amarrados atrás em um rabo.
A arte barroca originou-se na Itália (séc. XVII), mas não tardou a irradiar-se por outros países da Europa e a chegar também ao continente americano, trazida pelos colonizadores portugueses e espanhóis. Foi inspirada no fervor religioso e na passionalidade da Contra-reforma.
As obras barrocas romperam o equilíbrio entre o sentimento e a razão ou entre a arte e a ciência que os artistas renascentistas procuraram realizar de forma muito consciente. Na arte barroca predominam as emoções e não o racionalismo da arte renascentista.
É uma época de conflitos espirituais e religiosos. O estilo barroco traduz a tentativa angustiante de conciliar forças antagônicas: bem e mal; Deus e Diabo; céu e terra; pureza e pecado; alegria e tristeza; paganismo e cristianismo; espírito e matéria.
Cristo na coluna, por Caravaggio
Identificamos uma obra do Barroco através do uso de elementos com apelo emocional sobre elementos racionais, seu propósito é impressionar os sentidos do observador, baseando-se no princípio segundo o qual a fé deveria ser atingida através dos sentidos e da emoção e não apenas pelo raciocínio; busca de efeitos decorativos e visuais, através de curvas, contracurvas, colunas retorcidas; entrelaçamento entre a arquitetura e escultura;violentos e excessivos contrastes de luz e sombra; pintura com efeitos ilusionistas, dando-nos às vezes a impressão de ver o céu, tal a aparência de profundidade conseguida.
Aleijadinho, Mestre Ataíde, Caravaggio, Rubens, Rembrandt, Carracci, Georges de La Tour, El Gracco, Velázquez, Vermeer, Murillo e Tintoretto são alguns dos artistas barrocos.
Escultura da obra Doze Profetas de Alejadinho em Congonhas, MG
Neste período da história, arte e moda seguiam lado a lado, assim, todas as características das esculturas e pinturas eram também adotadas na forma de vestir.