Talita Botelho 31 de agosto de 2010

Hoje vamos falar de uma assunto, chato, doloroso mas muito necessário, pelo menos para mim, já que a minha descendência turco-libanesa, me fez ser uma pessoa escrava da depilação. E com isso, eu acumulei um bom repertório de técnicas em vários anos de depilação.
O primeiro método que usei foi a lâmina, por ser mais prática e indolor, nós recorremos a ela ou por praticidade ou por medo da temida cera. Meu relacionamento com a lâmina foi duradouro mas nada feliz.
Sempre raspava as pernas a noite, para evitar inflamações na pele, mas ao acordar já sentia a perna áspera, isso me deixava muito insatisfeita, mas mesmo assim não tinha coragem de recorrer a cera.
Com o tempo, comecei me arriscar em alguns cremes depilatórios, mas com o uso da lâmina alguns pelinhos estavam bem grossos, o creme não conseguia eliminá-los e eu acabava raspando o resto. Além da ineficácia, o odor desses cremes, que não é nada agradável, me irritava cada vez mais. Foi assim que eu desisti dos cremes depilatórios.
Cada vez mais insatisfeita, a coragem para encarar a cera foi crescendo. Foi quando eu comprei o aparelho para a depilação roll-on. No inÃcio eu achei que era a solução dos meus problemas, mas o sonho acabou rápido. O processo é demorado, muito doloroso, isso sem falar da falta de coragem na hora de puxar as tiras de papel.

Este é o aparelho para a depilação roll-on com seus acessórios básicos. O refil vai dentro do aparelho que aquece, no próprio refil tem o rolo que libera o produto para aplicação na pele, ai é só colar o papel e puxar!
E nisso eu continuava a usar a lâmina nas pernas, em outras eu fazia banho de lua, e em outras eu depilava com pinça.
Você pode se perguntar, porque eu não fui logo em um salão de depilei tudo? Pois é, até naquele momento eu não conhecia nenhuma clÃnica especializada aqui em Juiz de Fora e não queria me arriscar com qualquer pessoa.
Passou o tempo e quando estava quase desistindo e me entregando a lâmina de vez, fiquei sabendo da existência de uma clinica exclusiva para depilação, com um serviço especial onde você pode depilar qualquer parte do corpo e não precisa marcar hora.
Foi ai que me enchi de coragem e encarei a cera quente de corpo inteiro. Para minha felicidade, eles usavam uma técnica diferente dos salões comuns, em vez de passar a cera em um pedaço pequeno e puxar, as meninas da clinica, passam a cera em grandes partes, tipo a parte interna da perna toda. Parece assustador, mas se você parar e pensar, vai perceber que é melhor sentir uma dor quando puxar, do que sentir dor a cada pedaçinho de cera.
Foi amor a primeira visita. Sou cliente até hoje da mesma clinica.
Mesmo feliz e com a depilação em dia, resolvi arriscar em um novo produto, esse eu nunca tinha usado. O depilador elétrico, pesquisei bastante, achei alguns modelos bem interessantes mas com um preço inviável. Esperei um tempo e quando surgiu uma promoção adquiri o meu aparelho de depilar Satinelle.
Mais uma vez fiquei empolgada com a novidade, e pensei que poderia ser uma solução para uma emergência, ou usar entre os dias da depilação. Fui feliz para casa e quando liguei o aparelho a surpresa… Um barulho terrÃvel que me deu medo, juro, por um momento imaginei que ele fosse arrancar a minha pele. Demorei alguns dias para me acostumar, me acostumei, mas o aparelho promete retirar os pêlos pela raiz, mas em alguns momentos ele quebra o pêlo. Vou continuar tentando, quem sabe eu acerto
Espero que as minhas terrÃveis experiências ajudem a vocês na hora de escolher a melhor forma de se depilar.




