13 de outubro de 2011

Cinco lançamentos garbosos para sacudir o pós-feriado!

por Vitor em chico rei

Depois de um bom feriado, estamos de volta com cinco lançamentos pra lá de garbosos!

O trem azul de Milton Nascimento puxa a caravana rumo ao Clube da Esquina para mostrar o que a nossa Minas Gerais tem de melhor. Na sua cola, muita malandragem e samba no pé com aqueles que são os barões da ralé. Prepare o chapéu e o gingado, o resto fica por nossa conta!

Representando o Rock N’ Roll, Dave Grohl e o seu Foo Fighters que vocais gritados e guitarras distorcidas também podem ser sinônimo de boa música. E em terra de gênio, o já saudoso Steve Jobs mostra que sua maçã também mudou o mundo. Para não perder o embalo, um cafezinho para repor as energias e deixar todo mundo ligado. Já preparou seu café? Então vai aí um som para você escutar/assistir enquanto bebe:

O trem está partindo, todos em seus lugares? Então simbora:

www.chicorei.com

5 de setembro de 2011

Na área! 4 novas estampas + 1 reprint!

por Vitor em chico rei

Depois de dar tchau para agosto em grande estilo, chegou a hora de dar as boas vindas ao mês de setembro. E ele chega trazendo uma coleção mais potente do que qualquer grito de independência!

O médico mais insano das séries de TV puxa o bonde esbanjando seu típico sarcasmo. Doutor House mostra que, mesmo incomum, sua personalidade consegue ser mais marcante que seus diagnósticos inusitados. Em sua cola, dois astros do Rock chegam disputando quem é o mais louco. Quem ganha? Ozzy Osbourne ou David Bowie? Em termos de som, os dois já mostraram que tem lugar garantido entre os melhores.

Para finalizar, o reprint de um clássico e um estilo de vida que vai muito além de uma simples dieta, seja com pães, torradas ou a boa e velha salada. Está servido?

A hora é essa! Pode chegar:

www.chicorei.com

15 de julho de 2011

Nosso pedido de desculpas: iPad para vocês, seus lindos!

por Ingryd em Promoção

Nos episódios anteriores…

Em 13 de julho é comemorado o Dia Mundial do Rock, e a Chico Rei não poderia deixar de entrar nessa festa cheia de boa música. Lançamos uma promoção bacaníssima: R$13 de desconto em todas as camisetas do site. O público foi tão grande que, emocionado, nosso servidor não aguentou, dando uma rasteira bonita em nós.

Caímos, levantamos, convencemos o servidor de que, sim, seria bacana, deixamos o site mais rápido, um xuxuzinho. Mas faltava alguma coisa, então resolvemos fazer mais bonito ainda: a promoção está de volta com tudo que tem direito. Então se você perdeu, está aí a segunda chance. Ah, não podemos esquecer! Os moletons estão disponíveis para todos! Maravilha, Alberto!

Pode melhorar? Claro que pode! Como pedido de desculpas, vamos dar um presentinho, que de “inho” não tem nada. Você, que comprou camisetas no nosso site entre quarta-feira e amanhã, sábado, estará automaticamente participando de um sorteio, sem precisar fazer nada. O prêmio? Um iPad 2!

O quê?!

Isso mesmo, meus caros! Vamos sortear um iPad 2 como pedido de desculpas. E você só precisa fazer o que já está mais do que acostumado: comprar camisetas na Chico Rei. Agora sim a brincadeira ficou bonita!

Viu vantagem? Então corre lá e aproveite essa mamata!

Na Chico Rei, Dia do Rock é todo dia:

8 de julho de 2011

O Lado Oculto da Lua

por Ingryd em Cinema

B

Se os meninos do – Blog Chico Rei – já falaram sobre o filme Transformers, nós d´ À Moda do Rei  não vamos deixar passar a sessão pipoca, né? Assisti ao filme ontem à noite e só tenho uma coisa pra dizer: O filme é *ODA, mas…

Seguinte macacada, existem várias perspectivas para o mesmo filme, nas quais eu vario minha opinião entre excelente e porcaria. Calma, calma, não é que eu diga que o filme é perfeito ou imprestável em qualquer aspecto, é que enquanto alguns aspectos do filme mereceriam o Oscar, outras são simplesmente inacreditáveis. Comecemos a “análise”, pois:

O enredo. Ô gente, é um filme de ação, com efeitos visuais incríveis, não vamos exigir de um filme de explosão o contexto E texto de filme de Woody Allen, né? O enredo é bom naquilo que se propõe, nada a mais, ou a menos. A contextualização de época e locações só deixa a coisa ainda mais legal. As associações com o evento da chegada do homem à Lua e com a catástrofe de Chernobyl deixam tudo ainda mais interessante, e dão aquele toque surreal de “realidade e possibilidade” que a gente adora ver em filmes dessa estirpe. A verdade, é que a gente ama mentira, e adora ser enganado, caso contrário não iríamos ao cinema, é ou num é? Ao fim, acho que deve se dar mérito a quem tem mérito e não procurar pêlo em ovo: Não adianta tentar achar Shakespeare em um filme que tem por princípio um único objetivo, que é o de destruir o máximo possível de sets.

Filmasso. Se é pra cumprir o papel de blockbuster o filme faz o papel muitíssimo bem. Sonoplastia fantástica, fotografia hiper bem pensada, enredo sem pé nem cabeça e por isso alucinante… Pagaria o ingresso mais umas três vezes, sem chiar. Confesso que não vi o filme em 3D, confessando também que eu tenho um ligeiro preconceito com a tecnologia (eu fico tontíssima, e essa coisa de pessoas saindo da tela me deixa muitíssimo irritada), mas, ainda que na tela padrão, a imagem do filme é impecável. As cenas são muito bem distribuídas e o enquadramento é digno de filme de catástrofe intergaláctica, para uma pessoa com déficit de atenção é bem difícil manter o foco no centro da tela enquanto duzentos outros mundos existem nas laterais. Bay é mestre no que faz, e durante todo o filme fez o que sabe fazer de melhor: explodir coisas.

As cenas de destruição da gigante Chicago são mais um ponto forte na película – nada de se preocupar em ser modesto, e “educado”. Se é pra destruir, destruíremos de verdade. A cidade vira uma zona de guerra sem espaço pra dúvida, proporcionando saltos incríveis para o maratonista profissional (aham) Sam Witwicky – e como se esquiva bem, esse mensageiro… – por isso e muito mais o filme tem visual arrebatador. A trilha sonora não deixa a desejar, e o rock de primeira (ou quase sempre de primeira) faz o filme ainda mais bacana, e mais uma vez a parceria com o som desconstrutivista do Linkin Park é ultra feliz.

Para os apaixonados por carros (falo por mim) o filme é um prato cheio. Além dos já tradicionais Autobots, tivemos a adição de uma Ferrari 458 Itália, impecável e maravilhosa durante todo o filme – personagem que recebeu o nome de Dino e carregado no sotaque italiano, me garantiu algumas risadas. Também aparecem mais Decepticons, e Soundwave ganha a forma de uma Mercedes SLS AMG. Ô carrinho bão, sô… Alguns carros da Nascar também tiveram uma participação especial, e bem robusta na trama. Agora, falando de carros de verdade, os clássicos marcaram presença e presença respeitosa. Dylan Gould é o boss da namorada de Sam, colecionador e restaurador inveterado de carros antigos e clássicos. As – poucas – cenas dentro do museu de Gould (foram gravadas no Museu de Arte Milwaukee, próximo ao lago Michigan) são inacreditáveis e de tirar o fôlego dos apaixonados pelas antiguidades. A coleção extensa inclui um Delahaye e a incrível Bugatti Van Vooren Cabriolet, que está entre as coisas mais lindas desse mundo, e mais uma dúzia de carangos que passam como pano de fundo. Tem também lugar pros muscles, mais americanos impossível, durante toda a trama, é claro.

E a partir daqui entro com a parte que me desagradou, e começo com a mais egoísta de todas: estou revoltada mais uma vez com a direção machista de Michael Bay. É evidente que o filme é exclusivamente produzido para seres do sexo macho sem cérebro. A primeira cena de fato do filme, mostra uma Carly (aquela modela da Victoria`s Secret) seminua. Ok, ok, foi assim com Megan Fox, e imaginei que seria da mesma forma – 1 por ser Bay, 2 porque a menina maravilhosa, é verdade, nem atriz é! – mas nem assim consegui conter a revolta. Enquanto Gould mostra sua cabriolé divina, o take rapidamente foge da fantástica lataria da Bugatti pra achar o vestido branco – e justo – da britânica (aliás, não sei se proposital, mas o sotaque inglês da moça tava fortíssimo!). Pootz, eu sei que homem gosta é de ver mulher, mas divide esse tempo aí, né colega? OLHA O CARRO QUE O DEMPSEY TÁ MOSTRANDO, MEU ZEUS! Absurdo. Absurdo. Até aqui, a coisa é mesmo pessoal, duvido que qualquer homem que leia esse texto irá concordar.

Mas a coisa piora meu povo. Piora muito.

O filme é de uma mentirada absurda: a gente sabe que robôs não se transformam em carros, e que não existe nada capaz de esmagar um prédio cortando-o ao meio, mas, dentro de mitologia Cybertron, tudo tem uma explicação.

Minha gente… Se for pra mentir, vamos mentir com dignidade, ok?

Sam, sua namorada e a trupe de soldados desertores chacoalham por horas dentro de um prédio em ruínas (Com gente trabalhando em meio a uma guerra alienígena, Brasil! Tinha neguinho na lavanderia com robôs gigantescos destruindo a cidade!!), escorregam por andares e mais andares do lado de fora do edifício, corre por quarteirões e mais quarteirões devastados com pedregulhos e fuligem por toda a parte, dá um belo de um esporro em Megatron, e na ultima cena enquanto Sam e os soldados aparecem mancando, imundos e desgrenhados, a bonita surge com todos os cachos perfeitos e intocados, sua jaqueta branca (oi?) brilhando de tão alva, e seus saltos Louboutin reluzentes e EXISTENTES, o que é mais incrível. Amigos, ou ela colou aquela porcaria com super bonder, a cola que não desgruda jamais, ou posso garantir-lhes que sapato algum nesse mundo resistiria a tantas intempéries. E o casaco, creyonças? Vanish ou Omo?

Não, companheiros, não é despeito. A mulher é maravilhosa, de verdade. A birra aqui é com a direção, que a própria Megan espinafrou no começo do ano dizendo que Bay só se importava em “mostrar pernas e boca de jovens mulheres em seus filmes”. Sou fã de cinema, sem preconceito com qualquer segmento, desde que o filme seja bem feito dentro de seu nicho, e esse tipo de direção me ofende porque “apesar” de gostar de filmes de ação, de desenhos, de quadrinhos, e principalmente de carros, eu gosto é de homem e nem por isso estou aqui pedindo um Coronel Lennox musculoso e desprovido de roupa na telona, só clamo por um pouco mais de equilíbrio entre “cabeças”, se bem me entendem.

É Megan cuspindo no prato que comeu, e Rosie servindo para o deleite da macharada mais uma vez. Uma pena que o filme tenha de ser produzido exclusivamente para o público masculino, como se apenas homens pudessem gostar de bons carros, boa música e um pouco de explosão. Uma grandessíssima lástima.

17 de junho de 2011

Chico Rei revisita os clássicos dos clássicos. Isso que é clássico!

por Ingryd em Promoção

Clássico é clássico e isso é indiscutível. Por mais que as novidades nos encham os olhos e consigam até mesmo mudar nosso modo de vida, os clássicos foram (e são) fundamentais para o surgimento das novidades. A chicote @carmem_edefiniu muito bem no Twitter: “Clássico é atemporal. Pode ser aquilo que meus pais gostam, que eu gosto e que meus filhos e netos poderão gostar, como o Chaplin”. Por melhores que sejam os novos queridinhos, eles ainda têm muito chão para andar até conseguirem colocar no peito essa insígnia. Afinal, clássicos são eternos, seja na música, no cinema, nos games, na moda, nas artes… Enfim, é preciso valorizá-los.

Pensando nisso, pegamos nossas ferramentas e partimos para uma missão difícil: a equipe da Chico Rei vai botar a mão na massa e listar os clássicos de suas preferências. Deco Porteira puxou fundo na memória e fez uma lista com osclássicos dos games; os clássicos do futebol ficam por conta de Bruno Imbrizi; Eu, Ingryd Lamas caprichei na lista dos maiores clássicos da moda; nossa criativa Nicolle Bello mostra os maiores clássicos da MPBGilberto Moreira manda a real e opina sobre os maiores clássicos do cinema; e  Vitor Vizeu falou sobre os clássicos do Rock N’ Roll Internacional.

Quer saber o que os chicotes pensam sobre cada um desses assuntos? Então confira comigo no replay:

Os maiores clássicos dos games, por Deco Porteira;

Os 10 maiores clássicos do Rock, por Vitor Vizeu;

Os 10 maiores clássicos do cinema, por Gilberto Moreira;

Os clássicos da moda, por Ingryd Lamas;

E no embalo dos clássicos, resolvemos brindá-los com uma promoção bacanuda: até domingo, as camisetas clássicas da Chico Rei vão estar com um preço mais do que camarada, além do já famoso frete grátis.

E tem mais!

Para não perder o pique, vamos sortear duas camisetas para quem seguir a Chico Rei no Twitter e tuitar a seguinte frase:

“Clássico é clássico, e na @chicorei eles estão com um precinho classudo. Corre lá e concorra! http://kingo.to/FY2

Viu como é fácil? Só seguir a @chicorei e tuitar até às 23h59 de hoje a frase acima para concorrer a duas camisetas. Topa?

Então vamos lá!

www.chicorei.com

2 de agosto de 2010

Bazinga!

por admin em chico rei
Na Chico Rei, agosto dá gosto! São seis novas estampas e um bocado de super-heróis e rock’n’roll contra o desgosto. Donkey Kong virou King e já é pai de família, Super Blonder anda na cola do mal, Sheldon pulou da série de TV para o HQ (seu maior desafio é matar aulas) e entre Vingador e Mestre dos Magos ainda estão rolando os dados. Já que o tempo não pára, venha pra cá! http://www.amodadorei.com.br/delivery/
Para completar a Liga da Justiça, o Super Chico Rei também entra em ação, com todas as camisetas na modelagem antiga a R$35,00 até o fim do estoque. Fique super bacana com um precinho camarada e frete grátis, venha voando, mas não se esqueça de conferir a diferença de tamanho entre as modelagens! Bazinga!!
http://www.amodadorei.com.br/delivery/tamanhos.asp

bazingacapa

Na Chico Rei, agosto dá gosto! São seis novas estampas e um bocado de super-heróis e rock’n’roll contra o desgosto. Donkey Kong virou King e já é pai de família, Super Blonder anda na cola do mal, Sheldon pulou da série de TV para o HQ (seu maior desafio é matar aulas) e entre Vingador e Mestre dos Magos ainda estão rolando os dados. Já que o tempo não pára, venha pra cá! http://www.amodadorei.com.br/

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Clique para conferir nossos tamanhos.

23 de abril de 2010

Filme de Sexta: The Filth and the Fury

por Talita em Cinema, Música

O filme de sexta é The filth and the fury (2000), o filme conta a história da banda Sex Pistols nos anos 70.

A indicação é uma homenagem a Malcolm McLarem, ex-empresário e fundador da banda.

McLaren faleceu no último dia 8, aos 64 anos, vítima de uma tipo raro de câncer.

O grande empresário musical foi responsável pela banda Sex Pistols em 1975, na época era casado com a estilista Vivienne Westwood, juntos mantinham a loja SEX na rua kings road - badalada rua inglesa que mantém seu status vanguardista até hoje.

A SEX vendia roupas controversas ao conceito da época, calças jeans apertadas e rasgadas, acessórios com pontas em metal, as peças tinham a aparência podre, e era sucesso entre os jovens da época.

Enquanto Malcolm administrava a Sex Pistols, Vivienne cuidava do visual. As peças com estilo da SEX vestiam as Sex Pistols e outras bandas, assim o estilo punk foi firmado e difundido na Inglaterra.

Até hoje o movimento Punk é referência de estilo e Vivienne Westwood ficou conhecida como a estilista punk.




29 de março de 2010

Copie Já – make up inverno 2010

por Talita em Beleza

Não adianta fugir, a maquiagem do inverno é definitivamente inspirada no rock.

Os olhos marcados com cores escuras vão do  vinho, passam pelo chumbo até ao preto bem fechado, com brilho ou sem.

O famoso smooke eyes entra na roda, fica bem para a maioria das mulheres e é muito sexy. Dá para fazer só com um lápis preto que fica simples e charmoso ou de forma mais elaborada esfumando a sombra preta e usando o delineador puxadinho no canto.

make-rockersCopie já!

6 de março de 2009

Ripped Jeans!

por admin em Cultura Pop

Na onda punk rocker dos anos 80, o bom e velho jeans rasgado se mostra cada vez mais forte como tendência do mundo todo. Stylishs e famosos aparecem vestidos (ou mal vestidos, como muitos se referem) em calças extremamente surradas. E quanto mais rasgada melhor.

Surgido em meados do século XIX, quando Levi Strauss confeccionou umas peças em lona para mineradores do Oeste americano, o jeans passou a ser o tecido mais usado no século seguinte. Seus divulgadores no cinema – James Dean e Marlon Brando – fizeram com que o jeans fosse associado à juventude e rebeldia. Mas foi somente quando o estilista Calvin Klein colocou o tecido na passarela é que a sociedade de fato o absorveu. Hoje em dia, o jeans está presente na maioria dos guarda-roupas, de onde não pretende sair tão cedo.

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